segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Chove chuva

Chove
Por Luci Ane G.Melo
(02-02-2009- 10:00)
Que tédio,
Que remédio?
Fazer poesia sem Sol.
Mas a chuva também tem sua beleza
E realeza,
Pois dá vida ao matagal.
Que legal, vou versando
Versos molhados de chuva
Sem saber no que isso vai dar.
Alto lá,
Não menospreze a beleza da chuva
Sua rima sempre combina
Com natureza e a leveza da beleza
Dos primeiros madrigais.
Onde quero chegar?
Sei lá.
Só sei que vou chegar
E achar tudo molhado por lá.
E sentir a brisa leve no ar.
O cheirinho da terra molhada
Me deixa emocionada
Pensando na vida
Que ali irá brotar.
Devagar a vida se faz presente,
Mesmo que exista enchente.
Ela também faz parte da natureza
E tem lá sua beleza.
Podemos ver até poesia
Ao perceber com alegria
O homem socorrendo o irmão
No meio da inundação
E estendendo sua mão
Dando um pouco de seu pão
Pra servir de alimentação
Para seu desconhecido irmão.

Um comentário:

Paulo Mello disse...

Oi irmazinha,

Tá brincando com rimas? Porque não faz uma pesquisa pra montar poesias métricas? Nunca fiz, mas parece ser um exercício legal.

Beijos.