sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A minha casa...



A casa
Por Luci Ane G. Melo- 11-02-2010(23h57)

A casa que sonho...
Que almejo e suponho...
Que um dia irei morar
Ela é maravilhosa
Muito... muito espaçosa...
Nela os pássaros irão abrigo
procurar

E os amigos
Comigo irão compartilhar.
Lá terei muitas plantinhas
Na janela da cozinha
Onde terei muitas outras coisinhas
Sempre plantadas por lá.
O quintal é abençoado...
Pois vejo vida pra todo lado
Sempre circulando o lugar.
Essa casa será uma casa de verdade...
Pois será a que escolhi pra morar.
Será meu ninho de vida...
Onde receberei outras muitas vidas
De amigos, filhos e netos...
Quero muita gente por perto
Pra partilhar o luar.
Enfim os amores receberei sempre por aqui
nessa casa que escolhi como lar.
Essa casa já existe
Ela habita o meu ser,
Ela está em meu querer...
Esse dia chegará
Eu já me vejo por lá !

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

AMOR DE FILHA



AMOR DE FILHA
Por Luci Ane G. Melo- 11 de fevereiro de 2010-(12h35)

Quero falar do amor
entre pai e filha,
Esse sentimento tão especial
Que tanta influencia terá para a vida da mulher
Que envolve, respeito, amizade
E acima de tudo lealdade.
Pois toda mulher de verdade...
Teve em sua mocidade o seu primeiro amor
Na imagem fraternal de seu progenitor.
De meu pai guardo as boas e más
Lembranças de meu tempo de criança
Que aqui dentro ainda ficou...
Quero resgatar o que foi belo
Dessa relação de grande amor.
Quero vê-lo OH! Meu velho!
Senti-lo em minha companhia
Recordando em nostalgia
Todos os momentos que foram bons.
Quero ainda agora
Dizer que de você me orgulho...
Pois tudo que faço e sou agora
Tem sua influência também.
Gosto de me lembrar das brincadeiras inocentes
Que fazia com toda a sua gente...
Como contar estrelinhas
No céu estrelado a noitinha
Cruzando a escuridão.
Buscar as mangas nascidas e contá-las
Reservando as mais crescidas
e mais suculentas.
Pai
Não importa como foi a nossa vida...
Se foi alegre ou doida...
Eu lhe perdôo e lhe peço perdão,
Por não conseguir entender
A sua forma de amar a mim e aos meus irmãos.
Ora meu velho!
Hoje lhe enxergo
Com outro olhar
E digo com pesar,
Por antes não ter podido falar...
Eu te amo também!

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