sábado, 26 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL PARA TODOS!



NATAL
Por Luci Ane G. Melo- 26-12-2009-16h24min

Natal é
Tempo
de renovação,
De união,
de perdão...
Maior compreensão
Entre os irmãos.
Natal é tempo
de amor no coração...
É tempo de repartir o pão.
É época de construir um mundo mais irmão
Mesmo que a humanidade não compreenda e diga não.
Lutaremos para construir a dignidade e criar um mundo de verdade
e
de
bondade e generosidade
para que a humanidade
seja unidade de
verdade
por seu
amor.

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!

COM O FIM DO ANO CHEGANDO,
CHEGAM TAMBÉM AS FÉRIAS.
TEMPO DE REDESCOBRIR A VIDA NA CIDADE DE VILA VELHA OU EM OUTRA.
FELIZ NATAL PRA TODOS!

ESTÁ NASCENDO UM NOVO ANO!


A ÁRVORE DE NATAL ESTÁ SE DESPEDINDO
E COM ELA ESTARÁ INDO O ANO VELHO.
VÃO COM DEUS, OBRIGADA POR TUDO.
E SEJA MUITO BEM VINDO ANO NOVO.
QUE VOCÊ TRAGA MUITAS ALEGRIAS
Á TODA HUMANIDADE.
AMÉM!



sábado, 12 de dezembro de 2009

Respeito é bom...


Respeito
Por Luci Ane G. Melo
18/11/2009- 12: 15

Res
Peito.
Guardo no peito
Trago do leito...
O mundo tem jeito?
Onde quer chegar o sujeito
que não respeita o homem seu irmão?
O mundo precisa de união...
também de perdão
E saber respeitar seu irmão...
Que vive sem pão,
Com o pé descalço,
Sem pedaço de chão...
E que não aprendeu a exigir seu quinhão.
Que é humano e tem fome...
Fome de justiça.
Fome voraz de amor
Pra aplacar sua dor...
Dor de desamor
Que é a falta do amor
Que talvez nunca provou.
Onde estão seus semelhantes?
Os passantes e os ficantes...
Que não enxergam
Sua dor.
Olha a graxa ai, oh! Doutor! ?
Olha o picolé. Quem quer?
Perderam o respeito
Seu Zé.
Respeito todo mundo quer!

O "Ser" Dalite...

O Dalite de cada um
Por Luci Ane g. Melo
11-04-2004- 03,34 da manhã

Não nasci em berço de ouro
muito menos de prata,
ele foi mesmo e de lata.
Me sinto muitas
vezes uma vira-latas.
Faço parte dessa nação
de despossuidos e humildes,
mas nasci para brilhar
não aceito derrotismo
muito menos pessimismo
nessa vida
apredi a caminhar.
Na comapanhia das pessoas,
gente jovem ou coroa,
meu caminho vou trilhar.
Vejo gente bem perdida,
pois a vida lhes castiga
E o que posso eu fazer
pra suas vidas amenizar
e a vitoria conquistar.
Posso perceber suas batalhas
tirando delas as mortalhas
e assim suavizar.

Uma homenagem a minha mãe Joanita

JOANITA
Por Luci Ane G. Melo- 12-12-2009-09:58

Joanita foi menina e moça bonita
Agora senhora que habita
Em vários lugares
E nenhum
Enfeitava os cabelos com laços de fitas
Hoje não escreve nem dita
O que veste, come...
E nem grita
Em defesa de seus ideais.
Senhora...
menina novamente
Vai saber o que ela sente...
O que pensa e deseja pra si.
Mulher forte de outrora
Que viveu o seu tempo
Sem muito saber o que
Escolher.
Formou família...
Criou filhos e netos...
Educando-os do seu jeito

a todos que Deus lhes confiou .
Viveu amor e desamor
Mas não desabou
com tudo o que a vida lhe presenteou.
Viveu um amor muito bonito
Com seu primeiro e grande amor
Que a pesar de não te lá compreendido
A ela também amou.
Sempre gostou de plantas e flor
E a elas se dedicou
Pra disfarçar sua dor.
Hoje minha senhora
Quero dedicar essa poesia
A você que não se chama Maria
Mas também viveu sua paixão.
Paixão por seu marido,
seus filhos e netos
Que hoje dividem seus tetos
Com essa senhora velhinha
De cabecinha branquinha
Que não merece viver na solidão.

Dedico a minha mãe e a minha "grande família"

por cuidar dela com carinho.
Beijos minha querida.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O último bombom





O último bombom
Por Luci Ane G. Melo -22 /10/2009- 13:30
Quero ser o bombom

mais saboroso

que você já provou,
Aquele que no final

da caixa

escondidinho ficou...
O derradeiro sabor

que ninguém

experimentou...
O doce mais amargo

que sua boca

degustou...
O êxtase gustativo

que lhe extasiou...
O doce sabor

de um grande

e

inesquecível

sonho de amor!

A Chuva e o Sol


A Chuva e o Sol
Por Luci Ane31-10-2009- 22:00
A Chuva brigou com o Sol
E o mandou tirar umas férias...
O Sol que é muito espertinho
Só sumiu um pouquinho,
Mas está bem pertinho.
Quer voltar de manzinho
E a chuva assustar.
Pois a Chuva já está preocupada,
a enxurrada... vidas pode ceifar...
Ela quer ser lembrada pelos homens
Como aquela que trás vida, fartura, candura,
Ternura e canção pra aquecer o coração.
Não quer ser motivo de confusão ou
Desolação.
Onde está esse Sol zombeteiro??
Brinca de se esconder
Sem saber o que pode acontecer
Se a chuva se enfurecer.
Oh! Sol mostra logo sua carinha,
Pois a chuva está bem fininha
pedindo-lhe pra voltar.
Deixa de lado sua magoa
Venha secar o chão
Que a chuva cansou de lavar.
Sol venha e apareça de repente...
Mostra pra toda essa gente
Que você também tem seu valor.
Faça as pazes com a Chuva.
Ela não quer ser viúva
E nem viver na solidão.
Venha então, meu amigo
Escute bem o que lhe digo
E evite frustração.
Então, o Sol
Todo orgulhoso aparece...
Após tantos pedidos e tantas preces
Do povo que vive neste chão.
A multidão agradece ao ser supremo
Por atender de prontidão.
A Chuva, antes meio enfurecida,
Vai ficando agora recolhida,
Tornando-se apenas um chuvisquinho
Que molha apenas um pouquinho,
Sendo aquecida por um solzinho
Que resolver aparecer
Bem de manzinho
E com todo carinho aquece a Chuvinha miudinha.